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COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E REINVENÇÃO PROFISSIONAL

Thaic
Carvalho

Da formação em Jornalismo no Vale do São Francisco aos 14 anos de televisão, uma conversa sobre reportagem, apresentação, educação, oratória e novos caminhos profissionais.

JornalismoComunicaçãoEducaçãoOratória
Retrato profissional de Thaic Carvalho
Thaic Carvalho, jornalista, professora de Comunicação e Oratória, doutoranda em Comunicação e Educação, apresentadora e mestre de cerimônias.

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Natural de Salvador, Thaic Carvalho é jornalista, professora de Comunicação e Oratória e doutoranda em Comunicação e Educação. Ao longo de 14 anos de atuação na televisão, construiu uma trajetória que passou pela reportagem, pela apresentação de telejornais e pela comunicação de informações meteorológicas.

Sua formação em Jornalismo em Multimeios ocorreu na Universidade do Estado da Bahia, em Juazeiro. Foi no Vale do São Francisco que desenvolveu suas primeiras experiências profissionais, passando pelo rádio, pelo jornalismo produzido para a internet e, posteriormente, pela televisão.

Durante a graduação, trabalhou como repórter da TV Grande Rio, em Petrolina. Em seguida, transferiu-se para Feira de Santana, onde permaneceu durante seis anos na TV Subaé, como repórter e apresentadora. Na TV Bahia, em Salvador, apresentou informações sobre trânsito e previsão do tempo e foi âncora do Jornal da Manhã durante oito anos, ao lado de Ricardo Ishmael.

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Em 2023, decidiu encerrar voluntariamente esse ciclo na televisão para ampliar sua dedicação à carreira acadêmica, à docência e ao desenvolvimento de projetos próprios. Atualmente, ministra cursos e formações em comunicação, reportagem, apresentação e oratória, produz conteúdos de utilidade pública, atua como mestre de cerimônias e desenvolve trabalhos educacionais e publicitários.

Sua trajetória também passou a incluir a literatura infantil. Em parceria com Ricardo Ishmael, lançou Maju e Belinha em O mundo em perigo, aproximando comunicação, educação, infância e literatura.

EntrevistadorCONTEÚDOEntrevistadaThaic Carvalho
CONTEÚDO · 01

Antes de ingressar no curso de Jornalismo em Multimeios da UNEB, como você percebeu que a comunicação era o caminho profissional com o qual realmente se identificava?

THAIC CARVALHO

Minha escolha pelo jornalismo foi resultado de um processo de descoberta. Eu precisava encontrar uma área que reunisse curiosidade, contato com as pessoas, capacidade de observar a realidade e possibilidade de transformar informações em algo compreensível para o público. Quando conheci o curso de Jornalismo em Multimeios da UNEB, percebi que ali existia uma formação que não se limitava a um único meio de comunicação. O curso dialogava com rádio, televisão, texto, imagem e diferentes linguagens. Essa amplitude foi importante para que eu entendesse que poderia construir uma trajetória profissional diversificada, algo que, de fato, ocorreu ao longo dos anos.

CONTEÚDO · 02

Quando nos conhecemos, você ainda estudava Jornalismo em Juazeiro e começava a construir sua trajetória profissional. Olhando para aquele período, quais experiências vividas na universidade e no Vale do São Francisco continuam presentes em sua forma de trabalhar e de compreender a comunicação?

THAIC CARVALHO

Juazeiro representa uma etapa muito importante da minha formação pessoal e profissional. Foi onde a formação acadêmica começou a se encontrar com a prática do jornalismo. Viver no Vale do São Francisco me colocou em contato com realidades, culturas, sotaques e formas de organização social diferentes daquelas que eu conhecia em Salvador. Essa experiência ampliou meu olhar sobre a Bahia e sobre o próprio papel da comunicação. Aprendi que o jornalista precisa compreender o território, ouvir as pessoas e respeitar as particularidades de cada comunidade. Muitas escolhas que faço até hoje, especialmente a busca por uma linguagem mais clara e acessível, têm relação com o que vivi naquele período.

Aprendi que o jornalista precisa compreender o território, ouvir as pessoas e respeitar as particularidades de cada comunidade.
CONTEÚDO · 03

Sua carreira começou no rádio e também passou pelo jornalismo produzido para a internet. O que esses primeiros trabalhos ensinaram sobre apuração, responsabilidade e relacionamento com o público?

THAIC CARVALHO

O rádio foi uma escola importante porque exige agilidade, clareza e capacidade de construir imagens por meio da voz. Não existe o apoio visual da televisão, então cada palavra precisa contribuir para que o ouvinte compreenda a informação. O trabalho em um blog também me aproximou de uma dinâmica mais rápida de produção e publicação de notícias. Essas experiências reforçaram a importância da apuração, da confirmação dos dados e da responsabilidade com aquilo que se divulga. Também me ensinaram que, independentemente do tamanho do veículo, sempre existe alguém tomando decisões ou formando opiniões a partir da informação que recebe.

CONTEÚDO · 04

Ainda durante a graduação, você começou a trabalhar como repórter da TV Grande Rio, em Petrolina. Como foi enfrentar a rotina de uma redação de televisão enquanto sua formação universitária ainda estava em andamento?

THAIC CARVALHO

Foi um período de muito aprendizado, porque eu precisava conciliar a formação acadêmica com as exigências práticas de uma redação de televisão. Na universidade, estudava os fundamentos do jornalismo, a ética, as linguagens e os processos de produção. Na emissora, precisava transformar esse conhecimento em pauta, entrevista, texto, imagem e reportagem dentro de prazos muito concretos. A TV Grande Rio me permitiu compreender a rotina de uma equipe, a importância do planejamento e a necessidade de manter a tranquilidade mesmo quando surgem situações inesperadas. Também foi uma oportunidade de conhecer mais profundamente a realidade de Petrolina e de outras cidades da região.

CONTEÚDO · 05

Depois do Vale do São Francisco, você foi para Feira de Santana e permaneceu durante seis anos na TV Subaé como repórter e apresentadora. Qual foi a importância dessa fase para sua consolidação profissional?

THAIC CARVALHO

Feira de Santana teve uma importância muito grande na minha trajetória. Na TV Subaé, pude ampliar minhas responsabilidades, atuar em diferentes tipos de cobertura e desenvolver uma experiência mais consistente como repórter e apresentadora. A rotina dos acontecimentos factuais exigia preparação, rapidez e capacidade de adaptação. Ao mesmo tempo, a apresentação permitiu que eu aprimorasse a comunicação diante das câmeras e construísse uma relação mais direta com o público. Foi também em Feira de Santana que aprofundei minha formação acadêmica. Por isso, minha ligação com a cidade não é apenas profissional; existe uma relação de reconhecimento e pertencimento construída ao longo dos anos.

CONTEÚDO · 06

Na TV Bahia, você assumiu inicialmente a apresentação das informações sobre o trânsito e a previsão do tempo. Como desenvolveu a capacidade de transformar informações meteorológicas em uma linguagem simples e útil para o público?

THAIC CARVALHO

Quando comecei a apresentar a previsão do tempo, percebi que não bastava reproduzir números, mapas ou termos técnicos. Era necessário compreender o que aquela informação significava para a vida das pessoas. Uma previsão pode interferir na rotina de quem trabalha ao ar livre, de quem precisa viajar, de quem vive da agricultura ou de quem está organizando uma atividade familiar. Por isso, procurei estudar, consultar fontes técnicas e traduzir os dados para uma linguagem cotidiana, sem comprometer a precisão. Meu objetivo sempre foi fazer com que o público entendesse não apenas se choveria ou faria calor, mas de que maneira aquela condição poderia influenciar o seu dia.

CONTEÚDO · 07

Você foi âncora do Jornal da Manhã durante oito anos, ao lado de Ricardo Ishmael. O que a apresentação diária de um telejornal ao vivo exigiu de você como jornalista e comunicadora?

THAIC CARVALHO

Apresentar um telejornal ao vivo exige preparação, disciplina e muita atenção ao que acontece dentro e fora do estúdio. Existe um roteiro, mas o jornalismo é permanentemente atravessado por acontecimentos novos. O apresentador precisa ouvir a equipe, compreender as informações, conversar com repórteres, entrevistar fontes e reagir com equilíbrio às mudanças que ocorrem durante o programa. Ao longo de oito anos, desenvolvi uma compreensão mais ampla do trabalho coletivo necessário para que um telejornal chegue ao público. Também aprendi que a confiança do telespectador é construída diariamente, por meio da responsabilidade, da coerência e do respeito com que cada assunto é tratado.

A confiança do telespectador é construída diariamente, por meio da responsabilidade, da coerência e do respeito.
CONTEÚDO · 08

Como você avalia a parceria profissional construída com Ricardo Ishmael durante esse período?

THAIC CARVALHO

Uma parceria tão longa exige diálogo, respeito e capacidade de compreender o ritmo de trabalho do outro. Ricardo e eu dividimos muitas horas de transmissão ao vivo, acontecimentos importantes e situações que exigiam decisões rápidas. Com o tempo, a comunicação entre os apresentadores se torna mais natural, porque existe conhecimento mútuo e confiança profissional. Essa parceria ultrapassou o estúdio e permaneceu em outros projetos, inclusive na literatura. É uma relação construída com base na amizade, na convivência e no reconhecimento da trajetória de cada um.

CONTEÚDO · 09

Em seu perfil profissional, você destaca 14 anos de experiência na televisão. Quando observa esse percurso como um conjunto, quais transformações percebe entre a jovem repórter que começou no Vale do São Francisco e a profissional que posteriormente assumiu a apresentação de um telejornal?

THAIC CARVALHO

A principal transformação foi a ampliação da minha compreensão sobre a responsabilidade de comunicar. No início, eu estava concentrada em aprender a técnica, produzir boas reportagens e aproveitar as oportunidades que surgiam. Com o tempo, passei a compreender melhor a dimensão pública do jornalismo e a influência que uma informação pode exercer sobre a vida das pessoas. Também desenvolvi mais segurança para lidar com a câmera, com o improviso e com situações de pressão. Os 14 anos de televisão reuniram diferentes etapas de formação e amadurecimento. Cada redação, cada cobertura e cada função acrescentaram algo à profissional que sou hoje.

CONTEÚDO · 10

Em 2023, você decidiu deixar a televisão por iniciativa própria e direcionar sua atuação para a carreira acadêmica, a docência e os projetos independentes. O que foi determinante para essa escolha?

THAIC CARVALHO

A decisão nasceu da percepção de que um ciclo profissional muito importante estava se encerrando e de que eu precisava abrir espaço para outras possibilidades. A televisão fez parte da minha vida durante muitos anos e me proporcionou experiências fundamentais, mas eu também desejava ampliar minha atuação na educação, desenvolver projetos próprios e ter mais autonomia para organizar minha trajetória. Não foi uma decisão tomada contra o jornalismo ou contra a televisão. Foi uma escolha relacionada ao crescimento profissional e à necessidade de experimentar outras formas de comunicação. Toda mudança envolve incertezas, mas eu entendia que permanecer apenas por segurança poderia limitar projetos que já estavam amadurecendo.

CONTEÚDO · 11

Muitas transições de carreira são apresentadas apenas pelos resultados positivos. Quais dúvidas e dificuldades fizeram parte desse processo?

THAIC CARVALHO

Deixar uma rotina conhecida e uma estrutura profissional consolidada exige planejamento e equilíbrio. Existe o medo de que os novos projetos não se desenvolvam da maneira esperada e também a necessidade de reorganizar tempo, prioridades e fontes de trabalho. Foi preciso compreender que a autonomia traz liberdade, mas também aumenta a responsabilidade sobre cada decisão. Ao mesmo tempo, a experiência acumulada ao longo dos anos me deu condições para construir esse novo momento com mais consciência. Procurei transformar o conhecimento adquirido na televisão em cursos, palestras, conteúdos e serviços que mantivessem minha ligação com a comunicação.

CONTEÚDO · 12

Atualmente, você atua como professora de Comunicação e Oratória e desenvolve cursos para pessoas que desejam trabalhar como repórteres ou aperfeiçoar sua comunicação. Como sua experiência prática influencia a metodologia utilizada nessas formações?

THAIC CARVALHO

Minha metodologia parte da compreensão de que a comunicação precisa ser praticada. A teoria é indispensável, mas o aluno também precisa experimentar a câmera, organizar o pensamento, construir uma fala, realizar entrevistas e receber orientações específicas sobre seu desempenho. A experiência como repórter e apresentadora me permite apresentar situações concretas de uma redação, de uma transmissão ao vivo ou de um evento. Procuro trabalhar não apenas voz e postura, mas também conteúdo, escuta, clareza, preparação e responsabilidade. Comunicar bem não significa adotar uma personalidade artificial. Significa desenvolver recursos para expressar ideias com segurança, coerência e respeito ao público.

Comunicar bem não significa adotar uma personalidade artificial.
CONTEÚDO · 13

Você é doutoranda em Comunicação e Educação. Como a pesquisa acadêmica dialoga com sua experiência no jornalismo e na sala de aula?

THAIC CARVALHO

Comunicação e educação sempre estiveram presentes na minha trajetória, mesmo antes de eu transformar essa relação em objeto de estudo. O jornalismo também possui uma dimensão educativa, porque organiza informações, apresenta contextos e ajuda o público a compreender assuntos que interferem na vida coletiva. Na sala de aula, percebo a comunicação como parte fundamental do processo de aprendizagem. O doutorado me permite aprofundar teoricamente questões que surgiram na prática profissional e compreender melhor como diferentes linguagens, meios e metodologias podem contribuir para a formação das pessoas. A pesquisa acadêmica não está separada da minha experiência; ela amplia e reorganiza aquilo que aprendi no trabalho.

CONTEÚDO · 14

Depois de tantos anos falando para uma audiência ampla pela televisão, como foi passar a acompanhar diretamente o desenvolvimento de alunos e profissionais em formação?

THAIC CARVALHO

A relação com os alunos oferece uma forma diferente de retorno. Na televisão, a comunicação alcança muitas pessoas ao mesmo tempo, mas nem sempre é possível acompanhar de perto o efeito daquela mensagem. Na sala de aula, consigo observar dificuldades específicas, acompanhar a evolução e perceber quando alguém desenvolve mais segurança para se expressar. Esse processo é muito significativo porque mostra que pequenas orientações podem produzir mudanças importantes. A docência também me desafia a revisar métodos, atualizar conhecimentos e respeitar os diferentes ritmos de aprendizagem. Não se trata apenas de ensinar técnicas, mas de ajudar cada pessoa a encontrar uma maneira mais consciente e eficiente de se comunicar.

CONTEÚDO · 15

Sua atuação atual também envolve redes sociais, informações meteorológicas, rádio, publicidade e participação em eventos. Como você administra linguagens e públicos tão diferentes?

THAIC CARVALHO

Cada meio possui características próprias, mas alguns princípios permanecem: conhecer o assunto, compreender o público e utilizar uma linguagem adequada ao contexto. No rádio, a voz precisa construir toda a informação. Na televisão e nas redes sociais, a imagem também participa da mensagem. Em um evento, é necessário compreender o ambiente, o perfil dos participantes e os objetivos da instituição. A publicidade exige responsabilidade na escolha das parcerias e clareza na relação com o público. Procuro utilizar a experiência acumulada em diferentes meios sem tratar todas as situações da mesma forma. A adaptação da linguagem é parte essencial do trabalho de comunicação.

CONTEÚDO · 16

Você e Ricardo Ishmael lançaram o livro infantil “Maju e Belinha em O mundo em perigo”. Como surgiu essa experiência com a literatura para crianças?

THAIC CARVALHO

O livro nasceu de uma parceria construída ao longo de muitos anos e da vontade de desenvolver um projeto destinado ao público infantil. Ricardo e eu já compartilhávamos uma longa experiência profissional e uma relação de amizade, mas a literatura nos permitiu trabalhar juntos de uma maneira diferente. Escrever para crianças exige cuidado com a linguagem, com a narrativa e com os temas apresentados. Foi uma oportunidade de aproximar comunicação, educação e imaginação, criando uma história que pudesse envolver as crianças e também estimular conversas com as famílias. Essa experiência abriu uma nova frente dentro de uma trajetória que já vinha se tornando cada vez mais diversificada.

CONTEÚDO · 17

Para estudantes que desejam trabalhar como repórteres, apresentadores ou comunicadores, mas ainda não tiveram acesso a grandes veículos, quais competências devem começar a desenvolver?

THAIC CARVALHO

O primeiro passo é compreender que a formação não começa apenas quando surge uma vaga em uma emissora. É possível desenvolver escrita, leitura, repertório, capacidade de observação, dicção, postura, produção de conteúdo e domínio das ferramentas disponíveis. Também é necessário acompanhar o noticiário, estudar diferentes formatos e praticar com responsabilidade. A técnica pode ser aperfeiçoada, mas curiosidade, ética, disciplina e disposição para aprender são indispensáveis. As plataformas atuais permitem que estudantes produzam experiências e construam portfólios, desde que não confundam visibilidade com formação. O profissional precisa estar preparado para comunicar com clareza e assumir responsabilidade pelo que apresenta ao público.

CONTEÚDO · 18

Depois do rádio, da reportagem, da apresentação de telejornais, da docência, da comunicação digital e da literatura, como você define o momento profissional que vive atualmente?

THAIC CARVALHO

Vivo um momento de ampliação. A comunicação continua sendo o centro da minha trajetória, mas atualmente posso exercê-la por diferentes caminhos. A docência, os cursos, os conteúdos meteorológicos, os eventos, o rádio, a publicidade e a literatura não representam atividades desconectadas. Todas exigem estudo, linguagem, capacidade de adaptação e relação com o público. Depois de muitos anos dentro de uma estrutura de televisão, passei a construir uma atuação mais autônoma e diversificada. Essa fase exige organização e responsabilidade, mas também permite desenvolver projetos que dialogam mais diretamente com os meus interesses acadêmicos, profissionais e educacionais.

CONTEÚDO · 19

Para encerrarmos, que mensagem gostaria de deixar aos estudantes, professores e profissionais da comunicação que acompanham a página Vozes e Experiências?

THAIC CARVALHO

A comunicação é uma competência que pode ser desenvolvida ao longo de toda a vida. Não é necessário esperar que a insegurança desapareça para começar, porque a segurança também é construída por meio da preparação e da prática. Aos estudantes, eu diria que aproveitem cada oportunidade de aprender e que não desprezem as experiências iniciais. Aos professores, reforço a importância de criar espaços nos quais as pessoas possam se expressar, argumentar e ouvir. Aos profissionais, lembro que nenhuma trajetória precisa permanecer limitada a uma única função ou a um único meio. É possível preservar aquilo que aprendemos e, ao mesmo tempo, construir novos caminhos.

É possível preservar aquilo que aprendemos e, ao mesmo tempo, construir novos caminhos.
ACOMPANHE THAIC CARVALHO

Comunicação, formação e projetos nas redes sociais.

A trajetória de Thaic Carvalho reúne diferentes etapas da comunicação: a formação universitária em Juazeiro, os primeiros trabalhos no rádio e no jornalismo digital, a reportagem no Vale do São Francisco, a experiência como repórter e apresentadora em Feira de Santana, os oito anos como âncora do Jornal da Manhã e a decisão de ampliar sua atuação para a educação, a pesquisa acadêmica e os projetos independentes.

Ao transformar a experiência acumulada na televisão em cursos, conteúdos, palestras e projetos educacionais, Thaic passou a participar também da formação de novos comunicadores. Sua trajetória demonstra que a mudança profissional não exige o abandono da experiência anterior, mas pode representar a reorganização desse conhecimento em novas formas de atuação.

A CONTEÚDO agradece a Thaic Carvalho pela disponibilidade e pela oportunidade de apresentar aos leitores uma trajetória construída entre jornalismo, educação, pesquisa, literatura e comunicação pública.